rosália lopes

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Sobre mim

«Um dia vou certamente esquecer o meu nome. Vou esquecer-me de mim.

Mais tarde, de memória frágil, recordarei fragmentos de mim. 

Muito mais tarde, quiçá de bengala na mão, tartamudeando, não darei folga ao sono.

Hoje, sei que ganho e perco e volto a ganhar. Embriago-me de um Passado que me faz feliz no Presente. Um Passado que me relembra quem fui, que me relembra de onde eu vim; quem amei e quem me amou. 

O Futuro? Quero lá saber... Não sei se acaso ele existe.»

- Rosália Lopes

Biografia

Abro os olhos para o mundo numa pequena aldeia de vilarinho. Concelho de Santo Tirso. Distrito do Porto. É em Vilarinho e mais tarde em Vizela, Guimarães que faço o meu percurso escolar. Abandonando a escola em 1976.  Por questões de trabalho emigro para a Alemanha e regresso catorze anos depois. Com a vontade de aprender mais e mais começo a fazer formações noutras áreas «Arte Floral, Topografia e Formadora». Em Topografia dizem-me que frequento o curso errado. Que deveria sim seguir letras. Ao ouvir estas palavras, um sonho de criança, um sonho guardado no tempo «ser escritora» volta ao meu pensamento. O sonho de criança ecoa bem alto. Sai de dentro de mim. Ganha asas. Era agora ou nunca. Decido-me pelo agora. E é acreditando nos sonhos, no amor, e no poder das palavras que sem hesitar começo a escrever o meu primeiro romance: "Sem Cuecas no Cemitério". O romance é lançado em novembro de 2014 pela Chiado Editora. Em 2015 escrevo o primeiro conto infantojuvenil: "A Sombra da Bondade."

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Conteúdo

 

"Não Te Quero Perder"

Se tiver de ser fogo, pois serei

Género: 
 

"Os Laços da Saudade"

Género: 
 

"Renasço a cada Sonho"

Perante Deus...Dá-me a tua mão...

Género: 
 

"Escravos entre Nós"

Poiso meu olhar na prateleira, cuidadosamente, enquanto o silêncio se prolonga.

Género: 
 

"Convida-me a Olhar Pró Céu"

...Acreditar no tempo que está provir.

Género: 
 

"Quietude"

Com a paciência do costume, sempre à janela, suspira a alma.

Género: 
 

"Vozes"

Há dias que não chove. Dizem os meus olhos. Segura de si a mente confirma pra sempre.

Género: 
 

"Interrogo o Céu"

Chamei o silêncio. Há-de sentir.

Género: 
 

"Travessia"

Cá por mim, Sentir é Direito é Dever. São «Tesouros na Vida» sem fim.

Género: 
 

"Mente Arrepiada"

Fala o silêncio. Eu? eu assino por baixo.

Há fragrâncias no coração de quem silencia a  ausência de palavras.

Género: 
 

"Olhar a Dois"

Memórias ardentes as minhas, aromatizando teus  terrenos corporais...

Género: 
 

"Sentimento"

Género: 
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