pecado

 

Sem vida

Já não sei quem eu sou,
Muito menos o que é a vida.
Não entendo a minha existência,
Desconheço a tranquilidade,
Nunca vi a esperança
E nunca toquei a paciência.

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Na estrada da vida...

Na estrada da vida,

Onde o trânsito é agitado,

Onde todo o mundo é apressado,

Eu viajo sempre lentamente

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Coração de pedra

Residiu em mim um amor que me elevou aos céus era eu filha de Vénus e tu o meu pecado mortal.

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Tu queres provocar o caos dentro de mim

Despida avanço em direção ao penhasco e lanço-me no vazio enquanto o ar se desvia para eu passar até pousar no teu colo e juntos entramos no teu santuário onde pregas o pecado.

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Proposta indecente

Encontro dividido por capítulos, cautelosamente adivinhado.

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Quem é este estranho que nada sei mas quero de volta?

Esperei uma eternidade por aquele estranho como quem espera pelo fim de semana e quando finalmente chegou os relógios acordaram para o levarem junto com o tempo.

Género: 
 

Beijos que encerram os copos vazios.

Aqui estamos nós embrulhados no tapete do chão da sala iluminados pela tarde cinzenta que corre lá fora.

Género: 
 

Afinal não era assim tão livre

Percorreu o mundo numa fome incessante, saltou de cama em cama, conheceu Freya e derreteu-se com o canto de uma sereia, confundiu casas de alterne com oásis e viu-se perdido num deserto sem fim.

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Da cor do pecado

 
 
Sinto o teu perfume
De cravo e canela
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