Conta-me uma história titia!

 

Conta-me uma história titia!

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Conta-me uma história titia!

Era uma vez uma estrela cor de rosa que pulava de nuvem em nuvem. Bem de dia. Quando o sol estava distraído.
Ela pulava e afundava-se no algodão de cada nuvem e ficava lá escondida por um pouco de tempo. As nuvens eram sempre surpreendidas pelo seu próximo pulo.
Ela cantava para as nuvens. Canções de que dias mais tarde pularia de flor em flor.
O vento dizia à estrela cor de rosa para ela ter juízo. Que ela deveria estar a dormir para poder brilhar à noite.
A chuva sussurrava à estrela que a levaria até às flores. Bastava ela decidir qual altura quereria fazê-lo.
A estrela quis pular na hora, junto com a chuva mas... foi surpreendida pelo arco-íris.
A estrela parou bem no meio de uma nuvem fofa deslumbrada com as cores do arco-íris.
O arco-íris explicou à estrela cor de rosa que se pulasse até às flores nunca mais poderia voltar para o céu e ser estrela.
A estrela disse que queria ser arco-íris mais do que tudo agora.
O arco-íris deixou.

A estrela cor de rosa era agora arco-íris, e visitava as nuvens e as flores sempre que o arco-íris deixava.
Nos outros dias a estrela cor de rosa treinava de ser cor rosa do arco-íris, cada vez mais rosa.
Pois a estrela cor de rosa tinha decidido deixar de brilhar na noite para poder viver a vida que a fazia feliz.

Porque é bom arriscar de ser feliz.
Porque somos nós que sabemos o que nos faz feliz.

Cláudia Simone Aguiar

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