Quero um beijo!
Que me diga que sou bela, só eu sou Aquela.
Que mesmo inaudível, me chame incrível.
Que me leve da realidade à mais pura felicidade.
Alma
Agasalha a alma
que por ti despi
quando te vi.
SEM PRECONCEITOS!
Acarinha a alma
que a ti entreguei
quando te beijei.
Borboleteio-me
Encasulada em ti,
encontro a liberdade
que me borboleteia,
sem perder a luz
que me magnetiza(s).
Apaga
No silêncio
Sinto,
colado na pele,
na carne,
na alma,
um anátema de
desejo insuportável,
de um beijo
longo e doce,
muito doce...
É o amor
Um quase tudo, um quase nada
O início de cada madrugada
Rasto de estrelas no firmamento
Palavras perdidas no pensamento
Ainda te sinto na outra margem
Onde o tempo não passa
E se passou
Não interessa mais….
Porque ainda lá permanece o brilho
Que quiseste levar contigo.
No meu poema
Nascem aves com asas
Cortadas…
Flores sem perfume começam a
Desabrochar
E nas minhas mãos sufoco
As palavras
História de Vida,,,
Como eu fui feliz aqui...
Observo-te!
Suave. Olhar, lábios, sorriso. Assim és tu.
Olhar de ternura suavidade. Sorriso suave da tua pureza de sentir,
No teu lindo rosto,
O meu olhar registou, o cérebro memorizou,
A tua beleza é imensa, não sei quantificar.
Dias e noites. Pensamentos, reflexões,
És adorável!
Desconheço o teu cheiro, os teus beijos,
As caricias do teu corpo. Desconheço mas desejo.
Transportas simpatia nos poros,
Desejo!
Fugir, fugir, fugir…
Em direcção aos teus braços. Neles desaparecer o meu ego,
O meu corpo a minha alma. Sermos um só.
Desconhecida … beleza. Vastos são os pensamentos,
Conheço a tua dor, desconheço a tua força, o mundo congratula-se, ver-te sorrir.
Anseio por ti,
Deitado na areia, nesta longa costa
Onde o mar beija a terra, também desejo,
Tal como a areia pela água, os teus lábios nos meus.
Gostaria de poder ver a Lua nos teus olhos verdes brilhantes a verdade nua e crua sentida como dois amantes.
A noite é um lugar comum à liberdade, conforto e dor O mar um nascimento onde a alma é pura cor
O meu coração sangra e a minha alma chora por tudo, e por nada Felicidades de outrora
Desejo é difícil de descrever É algo que mói sem mexer É algo que fere sem devolver É algo que retribui sem querer
Varandas descobertas, olhares indiscretos. São como janelas abertas, e no centro suores diversos.
Subo às árvores destemidamente,
acalmo o medo no arrepio que
me arranca os pés do chão;
e sou livre.
Sustenho a gravidade do teu riso
Com meu bandolim sentado na praça Seguindo as batidas do teu coração Componho um samba pra ser nossa trilha Na mesma cadência da nossa paixão
Num palco qualquer às margens da vida
Transita entre tons de sons e de cores Buscando o sentido da arte perdida No gesto da cruz o alívio das dores
De olhos no céu,
a teu lado, na relva azul deitado, o sono chega em forma de canto, chilreios de pássaro alado a embalar dois mundos meios. De olhos no céu,
Há um lugar secreto para onde volto nas tardes primaveris
carentes de retiro.
É um jardim de campos alvos
salpicados por esvoaçantes borboletas de asas castanhas
Desculpa se não contive o abraço.
Precisei voltar à noite fria no preciso momento do adeus
para recordar os motivos de estarmos agora aqui
Talvez não tenha palavras suficientes para te contar
todos os segredos que o vento pode levar. E a tarefa de responder às tuas questões
Já me tinha esquecido do efeito que o som da tua voz tem em mim:
há um fluxo diferente e forte que vem de dentro
e se espalha no peito pela aceleração do batimento.
Não tenho poderes sobrenaturais, nem sei passos de magia. Posso apenas contar-te breves histórias, na esperança que te façam voar daqui