Nos teus braços, o indagar de um abraço, enlaço que se perde entre a infinidade do teu ser e esta tua tão-somente, sensitiva forma de estar, averiguar de emoções que na mescla de ele infinito conti
Se na alma e com alma te pudesse escrever um poema, deixaria somente uma pagina em branco, pequeno pedaço de céu, para que nela pudesse divagar… e assim talvez na transparência de cada palavra, se
Queria dizer tanto mas não sei como,
O tempo escorre como areia entre os dedos,
A chama incansável, insaciável percorre-me as veias,
E aqui nesta encruzilhada me encontro.
Sinto-me como um todo que não estando completo completo está
O que falta não falta porque veio para ficar
Foi mas ficou, porque "aquilo que está destinado a ser teu a ti voltará"
Depois de tanto tempo, ainda palpita a vontade de voar juntos,
Depois de tanto tempo, ainda dedico palavras e imagens
Depois de tudo, veio nada e tudo ficou.
Tenho saudades do tempo em que criava sonhos lilases.
O teu rosto era um discurso e o meu nome era um tapete macio
percorrido sílaba a sílaba, na tua boca.
Quando me ouço em voz baixa - baixinha,
naquele teu vento que me traz presa a um murmúrio,
sei-me concha no caminho do pensamento
à espera de um mar num eco de areia.
E se na alma e com calma, ele pensamento te pudesse amar, toda a sua terna envolvência em ti, definiria a minha forma de afetuosamente contigo querer estar.