carlos preto

 

Para todos os que vivem entre nós, e morrem sós…

Como preencho o pesado silêncio de cada um dos meus dias
Repletos de histórias tão dispersas como dispersas são as esperanças,

Género: 
 

Resort da Caparica

De um lado o azul desbotado e erudito, com um friso de ferrugem junto ao betão desarmado

Nas janelas, predomina o “gótico” e uma tendência surrealista para a fuga à esquadria

Género: 
 

Ouro e prata

A música tem os acordes suaves das ondas e o canto doce que só as sereias sabem entoar

A areia pinta-se do ouro que o sol derrama, e a água é a cama de prata onde ele vai adormecer

Género: 
 

Os silêncios de um adeus

Pé ante pé, nem dei por isso, sei apenas que aconteceu

A pancada no peito, ali onde a dor, de súbito, gelada se insinua

Género: 
 

Aguarela

O Zêzere corre, sereno, singular aguarela entre as fragas, numa estranha moldura

Dois corvos traçam, no fundo azul, os passos de dança de um ritual de sedução

Género: 
Top