"Renascer"
Se queres morrer Que a morte te leve. Porque eu já morri faz tempo Sem o teu amor Se queres morrer porque te atrevês-te sequer a nascer ?
Quando for, levar-te-ei selado nos lábios, Com os milhões de beijos doces Que ficaram por dar.
Através dos olhos de ouro, Que te pertencem, Verdejante ficou a minha alma, E aguçados sentidos, Pela tua fugaz passagem, No portão dos deuses,
Então CHORA!...
Chora como eu antes e que de nada valeu, Porque a trsteza abafante veio lá do céu, E eu chorei, como eu chorei...
Então CORTA!!...
O amor é um sentimento para ser sentido,
Apetecia-me um abraço, e nesse enlaçar dos meus braços com os teus, ser tão só, incessante e sensitivo desejo em ti, e nesse deslizar dos nossos seres queria sentir cada afago, cada acariciar, e ne
Trilho errado
Trilho errado aquele, que não me fez alguém
Todavia foi por ele, que amei feito ninguém
Mulher tonta sei que sou, por andar em caminho errado
Naquele dia
Era bom que tivesses dito, era bom que tivesses falado
Naquele dia maldito, no dia amaldiçoado
A verdade não existia e tu ficaste calado
À tua procura
Saí de casa ainda de madrugada, coberta com uma manta escura
Pronta para aquela caminhada, sem rumo à tua procura
Ciúme
Tal como a Cinderela, meu espelho diz-me a verdade...
Quem é aquela mulher bela, que está com o meu amado?
De ti vejo o reflexo, encantado nos olhos dela
Mais uma vez anoitece
e como sempre acontece,
Quando a tarde cair lentamente e os raios de sol declinarem no horizonte, eu estarei contigo neste instante. Veremos a noite nos cobrir
Tens O Mundo em ti...
Sei que vou caminhar sem te ter a meu lado
Enquanto o meu sonho ainda for manchado.
Sei que passei pela tua miragem no deserto...
Amo sem saber, apenas por sentir
Amei sem pensar
Amei por sentir
Por saborear
Por ter nascido para amar
Porque amar é viver sem desistir.
Observações
Miragens de sal
Cultuam-se miragens de sal
Que corroem os dias;
Estranhas a si próprias,
Caem e permanecem por abrir
Para onde quer que vá Não sinto o chão Flutuo na escuridão Sem-abrigo, sem lua Não há noite que não acabe Comigo a imaginar
E se caísses nas mãos da perfeição E se assim preferisses o imperfeito Será que descias à terra? Será que paravas esta guerra?