Romance

 

Monja

Na grande correria ao final de um dia bem passado junto ao mar, numa lagoa deslumbrante, no centro de Portugal, distrito de Leiria, mais propriamente em São Martinho do Porto, Monja, quando pegou n

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Falta

Sinto como se me faltasse algo, como se eu não pudesse ver o mundo, embora os meus olhos estejam abertos. As frases no papel amassado que deixas-te por escrever, fazem-me revirar a mente.

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Sensações

Se eu escrevesse as sensações que o vento me proporciona, diria algo como - são as carícias dos seus longos dedos sobre a minha pele. Inconfundíveis no meio do tempo que passou por nós.

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O nosso tempo já foi

O nosso tempo já foi. No teu olhar já vejo que não sou mais a mulher que sonhavas ter. És a areia a escorrer-me por entre os dedos. Não posso e nem sei como te manter aqui.

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Eu sei o que sentes

Eu sei como te sentes quando o vês. Os teus passos instintivamente levam-te até ele. O teu sorriso é o reflexo das palavras que não consegues verbalizar. Perdes a noção do tempo.

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A dor alerta

Abro a cicatriz do peito quase feliz por doer de novo. A dor é um alerta que o corpo nos dá quando algo não está bem.

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Pus a minha existência em risco

Pus a minha existência em risco, quando me apaixonei por ti. Não sabia que corria riscos, como deixar de pensar só em mim.

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Culminei-me em ti.

Rasguei o cavalo de papel em que tanto te tinha fantasiado para chegares até mim. Onde tinha eu a cabeça? Tu não o sabes montar.

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Larga cavalos e chapéus como se só houvesse telas

Inventa-me como se fosse uma obra tua

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Nua

Lembro-me de estar na tua cama a desejar que o toque dos teus dedos sobre a minha pele me fizessem arrepiar. Não sei que tipo de arrepio senti. Mas senti. Alguma coisa senti. Com certeza.

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Amar é:

Amar é:
- Reconhecer que o ser amado é humano. Isso significa que, haverá momentos em que as diferenças irão se chocar. E no meio disso tudo ninguém naufraga porque um puxa o outro.

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Ponte de vidro

Andei sobre a ponte de vidros quebrados, a cada passo sabia que rasgaria a minha pele, mas nem de longe a dor se igualava à que me feria por dentro. A dor miudinha, mas constante. Sempre ali.

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