Adriano Costa

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Género

Data de Nascimento

25-04-1954

Cidade

País

Sobre mim

Nascido no planalto do Huambo, Angola, sensação eterna da liberdade e da natureza. Caminho percorrido pelos sonhos, desejos, pelo amor e projectos. Projectos de momentos, projectos de vida. Sentir no acordar a continuação serena do sonho.
Amante da vida, do núcleo familiar e da beleza que existe em cada detalhe que se proporciona ao meu olhar. O requinte de cada momento e ambiente, está na atitude e nos gestos que integram cada um, não na opulência daqueles.

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Conteúdo

 

Adriano Costa - Novos Rumos I

€10.00 IVA incluído

Livro Objecto.
2016.
Artelogy.

 

DIZ QUE NÃO MEU IRMÃO

Meu irmão, meu amigo,
Nunca te deixes subestimar,
Por nada nem por ninguém.
Nem tampouco te cortem as asas
Dos sonhos, da vontade ou da vida,

Género: 
 

SUSPIROS

Os ais que me escapam,
não são queixas nem lamentos,
são suspiros meu amor,
que sem dar conta esvoaçam,
por entre suspensos alentos.
São claras em castelo,

Género: 
 

SOMBRAS

Vejo sombras entremeadas

de luz e travas

no meio do abanar,

suave e leve

dos ramos dos pinheiros.

Parecem lembrar-me

as incertezas e dúvidas

do que entre nós pôde existir.

Umas vezes os teus sorrisos,

outras os teus olhares,

ambos me fizeram sonhar.

Outras vezes a tua apatia

o afastamento do teu olhar.

Já não sei o que pensar,

ou o que sentir.

Não posso,

isso não,

esquecer o teu abraço

e o sentir tão perto dos meus

os teus lábios maravilhosos

que nunca chegaram a tocar-se.

Género: 
 

CHUVINHANDO

Não são tormentas nem tempestades

Não alagam nem afogam

São bátegas que vêm e vão

Umas vezes deixam outras não

O sol brilhar e aquecer

Molham e deixam rasto

Género: 
 

MULHER VULCÃO

És pecado original proibído

de olhar fatal perturbador

que penetra fundo e embriaga

deixando em êxtase todo o sentido,

tens fogo que lavra num ardor

Género: 
 

CIRCULOS QUE SE TOCAM

 Não prevendo na lógica
 Ou na metáfora dos números
 Vamos percorrendo no tempo
 Desta passagem pela vida
 Caminhos e percursos próprios

Género: 
 

NA PASSAGEM DO TEMPO

O tempo marca as marcas do tempo
Que numa viagem sem destino se prolonga
Caminhando, vagueando ou correndo
Segue seu percurso sem esperar

Género: 
 

TRISTEZA

~~É um nó apertado em guilhotina
Que transforma a voz num silêncio fundo
Dum soluço que teima em ficar
Sem razão aparente de sufoco.
É uma dor dilacerante que queima

Género: 
 

DIGNIDADE

Do passado,
Não importam as árvores que plantei
Se as reguei com suor ou lágrimas
Se as descurei ou desvalorizei
Por descuido, não por menosprezo

Género: 
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